Sofala reforça participação na definição das prioridades nacionais de segurança cibernética
A crescente utilização de serviços digitais por cidadãos, instituições públicas e sector privado aumenta a necessidade de reforçar a capacidade de Moçambique para prevenir, responder e recuperar de incidentes cibernéticos. Neste contexto, a participação das diferentes regiões do País é fundamental para a definição de prioridades nacionais de segurança cibernética.
Foi neste âmbito que o Instituto Nacional de Tecnologias de Informação e Comunicação, IP (INTIC, IP), realizou, no dia 6 de Outubro de 2026, na Cidade da Beira, Província de Sofala, um Workshop de Consulta Regional sobre a proposta da Estratégia Nacional de Segurança Cibernética 2026–2030.
A consulta teve como objectivo recolher contributos das instituições e demais intervenientes locais sobre os principais desafios, riscos e necessidades da região em matéria de segurança cibernética, de modo a assegurar que a Estratégia responda às diferentes realidades do País.


O INTIC, IP, esteve representado pelo Director da Divisão de Segurança Cibernética, Eng. Eugénio Jeremias, acompanhado pelos Consultores de Segurança Cibernética, Eng. Michel Ligeiro e Algy Adamo afectos ao CSIRT Nacional, e pelo Consultor finlandês Perttu Luhtakanta, que presta apoio técnico ao processo de actualização da Estratégia Nacional de Segurança Cibernética 2026–2030.
Durante o encontro, foram discutidas questões relacionadas com a prevenção, detecção e resposta aos incidentes cibernéticos, bem como a capacidade de recuperação e continuidade dos serviços perante ameaças que possam afectar sistemas, redes e infraestruturas digitais.
Neste contexto, a Estratégia Nacional de Segurança Cibernética 2026–2030 procura contribuir para o fortalecimento da resiliência cibernética, da protecção dos cidadãos e dos dados, bem como da continuidade dos serviços essenciais, promovendo maior segurança e confiança no espaço digital.
A consulta regional em Sofala integra o processo nacional de auscultação conduzido pelo INTIC, IP, e reforça a importância da cooperação entre instituições públicas, sector privado, academia, sociedade civil e outros intervenientes na construção de um espaço cibernético mais seguro, resiliente e confiável para todos os moçambicanos.

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