Moçambique reforça cooperação internacional em transformação digital em Portugal
Moçambique participou, no passado dia 4 de Maio, em Guimarães, Portugal, numa missão de trabalho centrada na cooperação internacional no domínio da transformação digital. O encontro decorreu entre o Ministério das Comunicações e Transformação Digital e a Universidade das Nações Unidas – Unidade Operacional de Governação Electrónica (UNU-EGOV), no quadro da estratégia nacional de modernização dos serviços públicos.A delegação moçambicana foi chefiada pela Secretária Permanente do Ministério das Comunicações e Transformação Digital, Nilsa Miquidade e contou com a participação do PCA do INTIC, Prof. Doutor Eng. Lourino Chemane.Nilsa Miquidade na sua intervenção, destacou o compromisso do Governo em aproximar os serviços públicos da população através de soluções digitais.Na ocasião, Lourino Chemane apresentou o ponto de situação da transformação digital em Moçambique, destacando como prioridades a modernização da administração pública, a inclusão digital e a promoção da inovação tecnológica. O dirigente enfatizou que o país está a dar passos consistentes na construção de um ecossistema digital mais eficiente, inclusivo e orientado para o cidadão.Durante a sua intervenção, sublinhou a importância de reforçar a segurança da identidade digital, a protecção de dados e a criação de quadros de confiança que assegurem transacções seguras e uma prestação de serviços públicos mais fiável. Acrescentou que estes elementos são fundamentais para consolidar a confiança dos cidadãos nos serviços digitais do Estado.No âmbito das iniciativas estruturantes, apresentou a visão do país para o desenvolvimento de plataformas digitais integradas, incluindo uma plataforma central de acesso à infra-estrutura digital pública, que permitirá a interoperabilidade entre sistemas de diferentes instituições do Estado. A delegação moçambicana visitou ainda o Centro Nacional de Computação Avançada de Portugal, sediado na Universidade do Minho, uma instituição que visa centralizar e reorganizar redes e centros de computação, envolvendo investigadores de cerca de 40 países e contribuindo para o avanço da investigação científica.
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